A Mitsubishi está observando. Durante anos, os rivais modernizaram suas linhas. A Mitsubishi deixou sua linha envelhecer. Não desta vez. A empresa não vai repetir esse erro no que vier a seguir.
Em vez disso, eles estão construindo robôs humanóides.
Eles assinaram um acordo com uma startup de tecnologia chamada Highlanders. Originária da Universidade de Tóquio, esta startup ajuda a Mitsubishi a enfrentar a teimosa escassez de mão de obra no Japão. A automação preenche a lacuna. Isso corrige uma fraqueza que a Mitsubishi sentiu em todo o seu negócio.
A Mitsubishi investiu em Highlanders. Talvez venha mais dinheiro, ninguém sabe.
Ao contrário da BMW que compra máquinas nos EUA, a Mitsubishi não está apenas comprando hardware. Eles co-desenvolveram esses bots. Depois eles os montam internamente. Os edifícios vazios da fábrica de Quioto estão a ser reaproveitados para a produção de robôs. A produção pode começar já em 2017. Espere. 2027. A unidade de Kyoto fabrica motores. Querem uma capacidade de 1.100 unidades por mês? Nº 1.000.
Os bots equipados com IA começam com trabalho pesado. Componentes de transporte. Montagem de motores. Se eles não quebrarem a linha, a Mitsubishi planeja vendê-los para terceiros.
Este Memorando de Entendimento? A Mitsubishi chama isso de a primeira colaboração de produção em massa entre uma marca de automóveis e uma empresa de robôs humanóides. É verdadeiramente único? Outras montadoras fazem um trabalho semelhante. Mas para uma empresa que está atrás em muitos mercados? Isso importa.
Humanos e Máquinas
A Mitsubishi não menciona demitir trabalhadores.
Eles preferem a frase “humanos e robôs trabalhando juntos”. É um desafio. Uma nova base industrial. Takao Kato, o presidente-executivo, vê isso como uma oportunidade. Para aprofundar o conhecimento técnico. Para impulsionar o crescimento. Para aumentar o valor corporativo.
Ele aponta para a cadeia de suprimentos. Soldagem. Logística. Há “grande potencial” aqui. A linha de produção oferece inúmeras tarefas.
























